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Judô

TERÇA E QUINTA das 17:00 às 20:00 h.

Com aulas para adulto, infantil, masculino e feminino.

Professor: Claudio Eduardo Pedrero.

Em breve novidades.

HISTÓRIA DO JUDÔ

JUDÔ ou JUDO (柔道 - caminho suave, em língua japonesa) é uma arte marcial praticada como desporto, fundada por Jigoro Kano em 1882. Os seus objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, para além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.

O Judo teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência do ju-jutsu, arte marcial praticada pelos bushi, ou cavaleiros durante o período Kamakura (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O Judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos.

Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes.

Sua técnica utiliza basicamente a força e peso do oponente contra ele. Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual.

A vestimenta utilizada no judô recebe o nome de judogi, e que com o cinturão forma o equipamento necessário à sua prática. O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em encontros importantes.

NO BRASIL:

O judô surgiu no Brasil por volta de 1922, através de Thayan Lauzin . O conde Coma (Mitsuyo Maeda), como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará (em outubro de 1915 ), onde popularizou seus conhecimentos dessa arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido.

Um fator decisivo na história do judô foi a chegada ao país de um grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, por meio do esporte do quimono. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do mestre Jigoro Kano e em 18 de março de 1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em dia o judô é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência. Esse processo culminou com a grande oferta de bons lutadores brasileiros atualmente, tendo conseguido diversos títulos internacionais.

ATITUDES NO DOJO:

·        Nunca se deve esquecer que o dojo é um lugar tanto de cultura espiritual como de treino técnico. Deve-se cumprimentar ao chegar e ao sair, respeitando-se cuidadosamente as regras de cortesia e as regras particulares do dojo.

·        Esforça-se em quaisquer circunstâncias para ajudar os seus colegas e nunca ser para eles uma causa de incômodo ou se desagrado;

·        Respeitar as faixas superiores e aceitar os seus conselhos sem discutí-los. Por outro lado, as faixas superiores devem ajudar a progressão daqueles que estão iniciando com solicitude e cordialidade;

·        Quando não se treina, deve se guardar uma postura correta, sentado com as pernas cruzadas ou de joelhos, nunca ficar em posição negligente, mesmo que esteja cansado;

·        Nunca tirar o judogi quando estiver no dojo, ir ao vestiário, salvo com autorização do professor;

·        Deve-se ter cuidado constante com a correção da sua aparência pessoal, limpeza corporal (unhas, cabelos e barba convenientemente aparados) e do judogi boa disposição deste que deve ser reajustado todas as vezes que forem necessários. Nada deve ser usado sobre o judogi, salvo autorização do professor;

·        Deve-se respeitar o horário exato dos treinos, salvo autorização do professor, não se deve deixar o dojo antes do término da aula;

·        Estando no dojo sem poder praticar, deve-se subir ao tatame e cumprimentar o professor, prestar atenção ao que acontece na aula e tirar proveito dos ensinamentos;

·        Pedir licença ao professor quando tiver que se ausentar do tatame para atender alguém ou ir ao sanitário;

·        Ao deixar o dojo procure verificar se deixou tudo em ordem;

·        Deve-se ficar quieto e se tiver que falar, somente sobre a prática, em voz baixa.

Obs.: deve-se entender como professor, não somente o professor titular, mas também seus assistentes encarregados da aula do dia.

IDEOLOGIAS:

·        Quem teme perder já está vencido.

·        Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância, sabedoria e, sobretudo humildade.

·        Quando verificares com tristeza que não sabes nada, terás feito teu primeiro progresso no aprendizado.

·        Nunca te orgulhes de haver vencido a um adversário, ao que venceste hoje poderá derrotar-te amanhã. A única vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância.

·        O judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar.

·        Conhecer-se é dominar-se, dominar-se é triunfar.

·        O judoca é o que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam e paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes.

·        Saber cada dia um pouco mais e usá-lo todos os dias para o bem, esse é o caminho dos verdadeiros judocas.

·        Praticar judô é educar a mente a pensar com velocidade e exatidão, bem como o corpo obedecer com justeza. O corpo é uma arma cuja eficiência depende da precisão com que se usa a inteligência.

 

 

 

 
 
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